• 25
  • mar

Edei ♪

Novidade musical na área. Há uns dias atrás fiquei conhecendo uma nova cantora europeia chamada Edei. Muito boa! Canta super bem e as músicas são uma delicinha.

Na verdade, disponível no YouTube, só tem três música originais dela que são ótimas! Mas também tem um cover de Forget You da Cee Lo Green (que eu amo!) e alguns outros.

“Loved” é o single mais recente. O CD, segundo vi numa entrevista, deve ser lançado no começo desse ano. Na espera!

  • 13
  • mar

Change the world

Vamos romantizar?

É. Eu sei. Estou sem palavras também.

Esse vídeo foi feito por um brasileiro que morou 3 anos em Barcelona. Para aqueles, que como eu, amaram a música, recomendo visitarem o canal de Jessica Allossery. O nome é “Change The World”, mas ela tem outras músicas e covers muito bons! Vale a pena dar uma olhadinha.

  • 13
  • mar

A volta do que não foi

Essa semana estive pensando em umas ideias bem legais pra compartilhar aqui no blog, mas com faculdade, estágio, academia e inglês, fica meio difícil de arrumar um tempo pra parar e bolar um post bacana. E, bom, como a perfeccionista maluca que sou, não quero postar nada com pressa e sem reler pelo menos umas… 3 vezes? rs


Mas, apesar de tudo isso, vou tentar escrever mais frequentemente aqui. Acho divertido ter um blog pra poder tagarelar sobre esses assuntos aleatórios que meu pensamento insiste em me levar :)


To be continued…
  • 08
  • out

A Fine Frenzy ♪

Tá aí outro motivo pra amar seriados: descobrir bandas que nem as rádios, nem o Twitter, nem nenhuma outra coisa vai te levar a conhecer.

A primeira música que ouvi foi “Ashes and Wine” no seriado “The Vampire Diaries”. A música é bem lenta, e a principio nem gostei tanto dela, mas foi só escutar mas uma vez e amei! Então, como normalmente faço, comecei a procurar mais sobre a banda e acabei baixando os dois CDs: One Cell In The Sea e Bomb in a Birdcage.

Ainda não ouvi os dois CDs inteiros, mas amei as músicas “Eletric Twist”, “Happier”, “What I Wouldn’t Do”, “The World Without”, todas do álbum Bomb in a Birdcage. O álbum One Cell In The Sea é mais lento, eu adorei a música “You Picked Me”, mas ainda ouvi poucas pra dizer qual é a preferida.

P.S.: Vale a pena dizer que nesse mesmo episódio de “The Vampire Diaries”, eu ouvi uma outra música que gostei muito, chama “Under My Bed” e é cantada por Meiko.

  • 28
  • set

O tão falado preto

Esses dias me peguei questionando a tão falada cor preta. É, eu sei, eu tenho umas coisas bem inúteis pra pensar, mas na maioria das vezes esses pensamentos invadem a minha cabeça sem nem pedir e quando eu vejo já estou criando teses de doutorado sobre a quantidade de sal da pipoca do seu Manuel. Polêmico.

Anteriormente à década de 20, usar preto era sinônimo de luto; depois veio a poderosa e talentosa Chanel mudar todo esse contexto, inventando o famoso “pretinho básico”. Foi a libertação das mulheres e das gorduras! Santo pretinho básico.

Agora, em pleno século XXI, quando você sai de preto, vem um nego esquisito e fala: “Emo!”. Comoooo asssimmm gente?! Outro dia eu tava com uma blusa preta e um sapato preto, e minha prima me chamou de emo. Não! Nem a maquiagem era preta, podia ser, e dai? Hoje em dia preto é sinônimo de “emo”. Coisa ridícula.

Tem uns conceitos inúteis que parece que proliferam, né? Não sei se isso acontece só aqui no Brasil, ou se acontece fora também, mas tem umas coisas sem sentido que tomam tal proporção, que nem Deus entende. A pessoa fala as coisas e 99,999% das vezes, nem pensa no que tá falando.

Chanel, brilhante Coco, inventou o milagroso pretinho básico para nos salvar de todos os problemas (ou pelo menos 90%) do vestuário e vem um infeliz me dizer que isso é coisa de emo? Eu nem sei o que é emo. Entendo como alguém que é extremamente emotivo, mas nem tenho certeza se é isso. E o que tem a $#%?& do preto a ver com isso???????? TAMBÉM NÃO SEI!

  • 23
  • ago

Vícios da semana ♫

Essa semana tô numa vibe mais rock. Bom, ainda não cheguei no nível Metallica (e, sinto desapontar os que gostam da banda, talvez eu nunca chegue lá), mas…

Tô amando a música “When I’m Gone” do 3 Doors Down. Não sei se a música foi feita em homenagem às tropas, mas a banda fez uma performance ao vivo dela em um tributo.

Outra música que conheço já faz tempo, mas as vezes me volta a cabeça, é “Just Feel Better” do Aerosmith. Acho que a letra super legal, e eu amo várias músicas do Aerosmith! Até hoje não consigo entender como a Liv Tyler é filha do vocalista (embora ele cante muito bem, a beleza ali se concentrou só na voz).

Mais uma, e a última: “Feeling Way Too Damn Good” do Nickelback. Como seria bom se a vida fosse a letra dessa música!

  • 23
  • ago

True Blood: 3ª temporada

True Blood é, pra mim, aquela série que eu acho super legal, mas sabe-se lá porque, toda vez que acaba uma temporada eu acho que não quero mais ver. Mesmo que acabe bombasticamente, quando começa uma nova temporada, me dá preguiça de ver. Eu poderia dar alguns motivos:

1) Sempre esqueço o que tava acontecendo antes. Talvez porque o tempo entre uma temporada e outra parece ser maior que o intervalo de qualquer outra série que eu assisto.

2) Sempre acho que vai ser chato (sabe-se lá porque!). Porque eu nunca confio que eles vão ter mais história pra contar. Aliás, aquelas cenas fortes (leia-se: s-e-x) o tempo todo meio que me irritam. (A primeira temporada é quase um filme pornô).

3) A Maryann morreu. Eu adorava ela. #dicademoda

4) Os normais 40min de cada série parecem pouco, mas os 50min de True Blood parece uma eternidade pra mim (apesar que eles não enrolam a história, mas…).

Enfim, embora eu tenha todos esses motivos esquisitos (eu sei!), voltei a acompanhar True Blood agora na 3ª temporada (é um fato importante a revelar que já está no 10º episódio, e só comecei a assistir ontem). Mais uma vez, estou adorando a série! A trama de todos os personagem está mega interessante. Estou amando a vingança do Eric, o drama Sookie&Bill, a história da Tara, a família do Sam, etc. Super torço pra Jéssica voltar com o Hoyt rápido, eles são fofos juntos (A romântica!).

Melhor personagem: Lafayette!

Pra quem ainda não assiste a série, eu recomendo. É bom te alertar que há cenas fortes durante a primeira temporada inteira, a segunda diminui um pouco a na terceira continua na mesma base da segunda. Por cenas fortes eu quero delicadamente dizer: lots of sex.

P.S.: Quanta criatividade desse povo pra inventar seres diferentes, hein?

  • 16
  • ago

Publicidade x Propaganda

Você já se parou pra pensar qual a diferença entre Publicidade e Propaganda? Não, né? Provavelmente nem pensa nisso, porque eu que iria fazer o curso não pensava! Na verdade, acho que a maioria das pessoas pensam que são sinonimos. Aí você vê que se parar pra pensar 2 segundos, concluirá que seria no mínimo super pleonástico colocar o nome de um curso acadêmico de “Lindo & Bonito”, né? Aí, não querendo abusar muito de todo esse pensamento que tô gerando, você para mais uma vez pra dar aquela raciocinadinha rápida depois de ler isso e vê que… putz! É mesmo!!!

Eu poderia explicar detalhamente (por detalhadamente leia-se: tudo o que sei, o que não é TÃO detalhado assim) aqui o que é Publicidade e o que é Propaganda. Mas para não fazer o-post-mais-longo-do-mundo, resumirei: Propaganda são os anúncios feitos sem intenção comercial, e Publicidade tem intenção comercial. É, simples assim (aham, cl…)!

Mas claro, óbvio, evidente, que a Publicidade não seria boba assim de sair por aí desfilando de Publicidade e dizendo Me Compre. Na maioria dos anúncios publicitários há recursos da propaganda, como a utilização de sentimentos. Como exemplo veja essa propaganda da Nike:

Eles colocaram um jogador falando dos seus sentimentos de derrota e dizendo “Você também pode vencer”. Isso engana muitas pessoas que pensam, “Ah, que fofa a Nike!”, mas na verdade é, nada mais, nada menos que… “Me Compre”.

Expliquei tudo bem resumidamente. E, pra ser sincera, nem tenho certeza absoluta de tudo isso. Se algum dia, de curiosidade, você pegar pra ler, vai ver que é bem confuso.

P.S.: Mas eu espero de coração que eu esteja certíssima porque, afinal, escrevi (mais ou menos) isso no meu trabalho da faculdade hahaha

  • 16
  • ago

Culinárias: Quem é melhor publicitário?

Esse final de semana estava eu na fazenda, comendo tapioca e pão-de-queijo (é, eu sei, vida difícil!), quando de repente me dei conta que nenhuma comida/bebida brasileira tem “Brasil” no nome. Citarei as mais famosas que me lembro agora: além de tapioca e pão-de-queijo, feijoada, caipirinha, feijão tropeiro, abará, acarajé… Viu? Nenhumazinha vem com “tapioca brasileira” ou “feijoada brasileirinha”. Nada!

No entanto, na França, tudo deles bem o nome na frente. French Fries (o que seria algo como ‘Frituras francesas’) é a forma como os americanos chamam a famosa batata-frita que, no caso, foi inventada pelos franceses. Aquele famoso pãozinho que comemos no nosso café da manhã também recebe o ilustre nome de pão francês.

Aonde quero chegar com isso? Simples: quem é o melhor publicitário, nessa equação? Bom, porque eu ACHO que quando alguém ouve a palavra ‘caipirinha’ ou ‘feijoada’, pensa diretamente no Brasil. Não digo as outras comidas porque sei que, talvez, nem sejam tão famosas assim, internacionalmente.

Claro que essa pergunta foi totalmente retórica: eu acho que nós somos os melhores publicitários. O nome do nosso país está estampado na nossa culinária, sem precisar fazer parte do nome de cada prato.

Relaxa! Qualquer dia ainda mudo o nome do blog para Rainha-dos-pensamentos-aleatorios.com =)

P.S.: Porque uma pessoa que forma no curso de Publicidade & Propaganda é um publicitário e não um propagatório?
P.S.2: Tapioca e pão-de-queijo são as comidas dos Deuses, mas sou grata de poder comê-las também :P

  • 11
  • ago

Comer, Rezar, Amar

Comecei a ler esse livro na época do Natal, mas como estava muito ocupada com o trabalho, acabei deixando de lado. Voltei a ler há mais ou menos um mês. O início (bem as primeiras páginas) não te seduz muito na leitura, mas por ter sido indicado por uma amiga e por ser um sucesso tão grande, eu achei melhor fazer um esforcinho.

Curiosidade: Better Days, uma das músicas da trilha sonora, é cantada pelo vocalista do Pearl Jam, Eddie Vedder.

O livro é bem nessa ordem: comer, rezar e amar. É a história de uma mulher nos trinta (e quatro, pra ser mais exata) que já é casada, escritora e descobre que não quer mais estar casada. Depois de algum tempo, começa a ter aquela “pressãozinha” sobre filhos, e é quando ela vê que tampouco quer tê-los. Ela começa o livro nesse dilema: continuo casada? tenho um filho?

Toda essa problemática, logicamente, gera uma tristeza e um desespero imenso. É então que Lis (a personagem-narradora) decide separar-se e fazer uma viagem de um ano para a Itália, Índia e Indonésia, passando 4 meses em cada um dos locais (obviamente, isso é uma versão resumida dos fatos). Na Itália, ela realizaria o sonho de aprender a falar italiano e de viver no país experimentando a culinária local. Na Índia, ela aprimoraria seus conhecimentos sobre religião, yoga e meditação. Na Indonésia, voltaria para falar com um famoso xamã que a intrigou certa vez.

Inclusive, me sinto no dever de fazer um parágrafo somente para o xamã, um velho balinês cuja inteligência e leveza me encantam. Quem ler, perceberá isso. Ele dá uma das definições mais brilhantes que já ouvi sobre ‘céu’ e ‘inferno’.

Curiosidade: na trilha sonora está Wave, de Tom Jobim.

É uma história muito interessante. Amei, principalmente, as variadas curiosidades faladas sobre cada local. Por exemplo: diz que no jornal italiano é noticiado, diariamente, o estado de saúde/humor do Papa; as observações feitas sobre a cultura dos balineses; etc.

Eu já consideraria o livro ótimo com todas essas características. Adoro ‘Você Sabia?’. Mas a melhor parte vem no final: o Brasil é citado várias vezes e, se eu não sou maldosa o suficiente para entender a ironia, muito bem falado! Pra quem me conhece sabe: falar bem do Brasil? + 100 pontos.

Não sei quantos anos tem o meu xamã. Já lhe perguntei mas ele não tem certeza. (…) Também percebi que sua estimativa da própria idade muda dependendo do dia, baseado na forma como está se sentindo. Quando ele está realmente cansado, suspira e diz: “Oitenta e cinco hoje, talvez”, mas, quando está mais disposto, ele diz: “Acho que hoje estou com 60 anos.” Talvez essa seja uma maneira tão boa de estimar idade quanto qualquer outra – que idade você sente que tem? Pensando bem, o que mais importa?

Comer, Rezar, Amar – Elizabeth Gilbert

O filme foi feito com a Julia Roberts e já tem trailer. Estreia nessa sexta (13) nos EUA e parece que no dia 1º de Outubro no Brasil.

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