Esses dias me peguei questionando a tão falada cor preta. É, eu sei, eu tenho umas coisas bem inúteis pra pensar, mas na maioria das vezes esses pensamentos invadem a minha cabeça sem nem pedir e quando eu vejo já estou criando teses de doutorado sobre a quantidade de sal da pipoca do seu Manuel. Polêmico.
Anteriormente à década de 20, usar preto era sinônimo de luto; depois veio a poderosa e talentosa Chanel mudar todo esse contexto, inventando o famoso “pretinho básico”. Foi a libertação das mulheres e das gorduras! Santo pretinho básico.
Agora, em pleno século XXI, quando você sai de preto, vem um nego esquisito e fala: “Emo!”. Comoooo asssimmm gente?! Outro dia eu tava com uma blusa preta e um sapato preto, e minha prima me chamou de emo. Não! Nem a maquiagem era preta, podia ser, e dai? Hoje em dia preto é sinônimo de “emo”. Coisa ridícula.
Tem uns conceitos inúteis que parece que proliferam, né? Não sei se isso acontece só aqui no Brasil, ou se acontece fora também, mas tem umas coisas sem sentido que tomam tal proporção, que nem Deus entende. A pessoa fala as coisas e 99,999% das vezes, nem pensa no que tá falando.
Chanel, brilhante Coco, inventou o milagroso pretinho básico para nos salvar de todos os problemas (ou pelo menos 90%) do vestuário e vem um infeliz me dizer que isso é coisa de emo? Eu nem sei o que é emo. Entendo como alguém que é extremamente emotivo, mas nem tenho certeza se é isso. E o que tem a $#%?& do preto a ver com isso???????? TAMBÉM NÃO SEI!
concordo totalmente ;D